segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Sul-Riograndese, de Todas as Espécies!

Encilha teu cavalo
que eu pego a bicicleta
vai puxando uma prosa
que eu já entro com a conversa
faz um péla-língua dos bueno
que eu ponho um pouco de água-fria
dá-lhe um "dê-lhe gaita, gaiteiro!"
enquanto meu violão não desafina

Canta uns versos  de carinho,
praquela xirúa mui linda
que não te deixo cantar sozinho,
também gosto daquela guria
Me conta da lida lá no pago
enquanto eu lembro do meu quarto bagunçado
ajeita o jeito dessa pilcha, Maragato
que eu ajeito meu all-star todo furado

Me solta um tchê, mas tá loco de especial!
que eu digo cara, pode crê, que animal!

Não é preciso ser ginete,
nem peão de respeito
pra ter o Rio Grande velho
no sangue, na alma e no peito!!!!

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